Como cuidar dos lábios

fevereiro 28, 2017 Publicado por Ampolas de Chantilly Sem comentários

Como deixar os lábios com brilho natural

Os lábios são como a nossa pele e merecem um tratamento especial. A hidratação local e oral é fundamental para deixá-los saudáveis e bonitos. As substâncias de uso tópico, como manteiga de karité, vitamina E, ceramidas e glicina de soja são fundamentais para sua maciez e brilho. Portanto, um hidratante indicado pelo seu dermatologista deve ser aplicado diariamente.




Como evitar feridas de sol nos lábios

As feridas de sol são uma manifestação muito comum de herpes. O herpes labial é uma infecção causada por um vírus que pode gerar feridas dolorosas de desenvolvimento rápido. As “bolinhas de água” podem aparecer na pele e nos lábios, serem dolorosas e se agruparem. A região costuma ficar com fundo avermelhado. Após alguns dias, as feridas secam e formam uma crosta fina e amarelada. 

A cura espontânea das lesões ocorre entre 1 e 2 semanas desde o aparecimento das feridas, mas na região dos lábios, por ser mais úmida, pode demorar um pouco mais. É importante a consulta com um dermatologista para avaliar a necessidade de tratamento da infecção secundária, uma complicação frequente e que pode deixar cicatriz.


A exposição em excesso aos raios solares é um fator desencadeante, já que danifica a semimucosa labial e reduz as células de defesa, facilitando o aparecimento do herpes e de outras doenças nessa região. 


Para a prevenção, deve-se aplicar frequentemente hidratantes com protetor solar. O produto impede a perda de água do local e sua consequente desidratação. Além disso, a recorrência do seu aparecimento pode ser tratado antecipadamente com medicações como vitaminas e antivirais prescritos pelo médico dermatologista.


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Mancha nos lábios após escovar os dentes? Saiba o que é e como tratar

Pode estar acontecendo uma alergia ou dermatite de contato ao produto contido no creme dental. Sangramento, vermelhidão, coceira ou mesmo o surgimento de aftas nas mucosas da boca e lábios podem ser consequência de uma reação alérgica ao creme dental. 

Efeitos colaterais podem ocorrer se a pessoa tiver alergia a algum flavorizante (substância que dá sabor ao creme dental). Outro componente do creme dental que pode contribuir para a sensibilização das mucosas são os abrasivos. A maioria dos cremes dentais tem abrasivos para aumentar o poder de limpeza. Os menos abrasivos são os infantis e os mais abrasivos são os com bicarbonato de sódio ou com efeito branqueador.

Verifica-se uma melhoria rápida das aftas quando a pessoa deixa de utilizar pastas com o lauril sulfato de sódio (responsável pela espuma). Além disso, o flúor é um grande causador de irritação na região da boca e dos lábios após a escovação. O ideal é entrar em contato com seu dermatologista para verificar o fator responsável pela alergia e fazer o tratamento adequado.

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Como evitar ressecamento dos lábios em lugares frios

Os lábios são muito sensíveis, por isso deve-se dar a atenção devida, principalmente quando expostos ao clima frio. Se não ficar atento a isso, os lábios podem ressecar, rachar, criar feridas e outros problemas. Lábios ressecados, rachados e sem vida são sinônimos de um rosto pálido e sem vida.

Quando a temperatura diminui, é necessário realizar a hidratação labial. Para combater e reverter o problema do ressecamento, adote cuidados diários, utilizando hidratantes labiais. Para isso, há soluções indicadas, como manteigas (karité e cacau) e óleos (framboesa e amora negra). Para hidratar de dentro para fora, vitamina E e água são fundamentais.



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Consequências do fumo à saúde dos lábios

Um conselho: pare de fumar! O cigarro é um vilão, já que diminui a proteção da pele e da mucosa por reduzir a irrigação no local. Quem fuma acelera a degradação do colágeno dos lábios. Com isso, também aparecem rugas verticais ao redor da boca. Aliás, tome cuidado, as “casquinhas” que aparecem podem ser lesões de pele com potencial de malignidade, muito comum nos fumantes.

É importante se consultar com o dermatologista para verificar as alterações dos lábios e, se necessário, retirar por biópsia um “pedacinho” da pele para a realização de um estudo chamado exame anatomopatológico.

Veja o que o cigarro faz com seus lábios:

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Receita caseira para o tratamento da pele dos lábios


As soluções caseiras também são aliadas no combate ao ressecamento dos lábios. Se sentir ardência, a sugestão é fazer uma compressa com chá de camomila gelado por 10 minutos. 



Compressa de Chá de Camomila



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Outra dica é preparar uma mistura homogênea e pastosa de água mineral com amido de milho, aplicar nos lábios e deixar agir por 10 a 15 minutos. Além de hidratar e amaciar, acalma a região e ajuda a remover de modo delicado as peles que estão se soltando. 

Água e Amido de Milho

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Para uma máscara noturna altamente reparadora, espalhe nos lábios uma pomada hidratante com vitamina B5 e adicione 1 gota de óleo de amêndoas. Faça massagem com essa mistura antes de dormir, deixando agir durante a noite toda.

Pomada hidratante com gota de óleo de amêndoa

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Como massagear bebês

fevereiro 28, 2017 Publicado por Ampolas de Chantilly Sem comentários
Existem poucas técnicas de massagem para bebês utilizadas e divulgadas. A mais conhecida é a Shantala.
No início, Shantala era apenas o nome de uma mulher indiana que o obstreta e ginecologista francês Frédérick Leboyer observou, sentada no chão, massageando seu bebê. Mas o fato é que essa técnica é tradição na Índia e baseia-se nos princípios da medicina ayurvédica que, grosso modo, significa “conhecimento da vida sadia”.




A Shantala é ensinada de mãe para filha, e recomenda-se não realizar a massagem antes que o bebê complete um mês. Quando o bebê tem apenas alguns dias de vida, devem ser feitas carícias sobre a pele, por alguns poucos minutos. 

Após um mês, a aplicação pode durar de vinte a trinta minutos e deve ser feita pelo menos por quatro meses, pela manhã e à tarde. Quando a criança conseguir rolar e mudar de posição, a massagem poderá ser interrompida. É assim que segue a tradição das mulheres indianas.

O poder da massagem

Para os indianos, a massagem atua no campo físico e energético, tendo a função de purificação e manutenção da saúde corporal, ou seja, seu objetivo é restaurar o bem-estar físico, energético e emocional.




A massagem é utilizada em certos cerimoniais obrigatórios na Índia, tais como a cerimônia de se oferecer massagem “à nova mãe” 40 dias do pós-parto, pois é o momento de completar a purificação do corpo da mulher e proporcionar uma recuperação mais rápida.

Embora essa rotina não seja conhecida na nossa cultura, como mães que somos, entendemos ser o período pós-parto bastante tenso e cansativo e acreditamos que receber massagem nesse período, conhecido pelos nossos avós como quarentena pós-parto, seria, no mínimo, relaxante e agradável.

Na Índia, a massagem é praticada por todas as famílias. Algumas mães massageiam diariamente as crianças até elas completarem três anos de idade; quando a rotina se modifica, a massagem passa a ser realizada uma ou duas vezes por semana até as crianças completarem seis anos. Nesse momento, as crianças já estão aptas a trocar massagens com outras crianças.

Como fazer a Shantala

Para a prática da técnica Shantala, o bebê ou a criança deve estar inteiramente despido. O local deve estar aquecido, pois o bebê não poderá sentir frio. O óleo utilizado deve ser natural e previamente aquecido. Na Índia, as mulheres usam óleo de mostarda no inverno e óleo de coco no verão. A criança deve estar em jejum, ou seja, a massagem não deve ser feita após a amamentação. A massagem é seguida pelo banho, o qual completará a sensação de relaxamento e livrará a pele do excesso de óleo.

A pessoa que realiza a massagem deve estar sentada no chão com as pernas esticadas, as costas eretas e os ombros relaxados, porém sem contato direto com o solo. Sobre as pernas é utilizado um tecido impermeável para coletar as fezes – em caso de relaxamento dos esfíncteres do bebê – ou a urina.

Durante a massagem, é importante que a pessoa que realizará a técnica esteja concentrada na atividade, realize os movimentos cuidadosamente e mantenha contato visual com o bebê.

No tórax, os movimentos são circulares, do centro para fora, realizados com ambas as mãos. Leboyer descreve essa manobra comparando-a com o manuseio de um livro aberto, como se quem realiza a massagem tivesse um livro em suas mãos e tivesse que deixar as páginas bem abertas.




Depois uma das mãos parte da região lateral inferior do quadril do bebê até o ombro oposto, e assim sucessivamente, com alternância das mãos.




No fim do movimento, a eminência hipotenar, ou a região volar da mão, desliza pelo pescoço do bebê. Os membros superiores e inferiores são massageados da região proximal para a distal; a mão que está massageando o bebê forma um bracelete em volta do membro.




Em seguida, as mãos de quem realiza a massagem executam um amassamento (com um movimento de rosca), ou seja, trabalham simultaneamente. Na região dos punhos e dos tornozelos, a manobra é mais demorada.




Quando os membros superiores são massageados, o bebê pode ser posicionado em decúbito lateral. As mãos e os pés do bebê são massageados pelos polegares do cuidador, da região proximal para a distal, ou seja, da palma da mão ou planta dos pés até os dedos.





O abdome é massageado a partir da região imediatamente abaixo das costelas até a parte inferior do abdome, utilizando uma mão após a outra. Depois, os pés do bebê são segurados e, mantendo as pernas estendidas na vertical, as manobras são reaplicadas, massageando da região abaixo das costelas até a parte inferior do abdome.





Para massagear as costas do bebê, ele deve ser colocado em decúbito dorsal, transversalmente sobre as pernas da pessoa que irá massageá-lo, de modo que a cabeça do bebê se encontre à esquerda da pessoa.


Essa massagem é realizada em três tempos:

1. São realizados deslizamentos perpendiculares às costas do bebê, ou seja, as mãos do terapeuta se deslocam no trajeto laterolateral (movimentos de vaivém representados pelas setas brancas na imagem abaixo) da altura das escápulas até as nádegas e novamente até as escápulas, sucessivamente.

2. A mão direita de quem está realizando a massagem fica espalmada sobre as nádegas do bebê (representada pela seta cinza na imagem abaixo), enquanto a mão esquerda desliza de uma forma mais profunda e lenta da nuca até as nádegas (seta preta).

3. A mão direita segura e sustenta os pés, enquanto a esquerda parte da nuca em direção às costas, ao quadril, à coxa, às pernas e aos tornozelos do bebê (seta tracejada).




Com a criança em decúbito dorsal, o rosto é massageado colocando dois dedos no meio da testa do bebê e deslocando-os para os lados até atingir a lateral da cabeça; depois, contorne as sobrancelhas e afaste os dedos até as têmporas e, por fim, massageie do ápice até a base do nariz.




A massagem é encerrada com três mobilizações muito semelhantes aos movimentos do hataioga (sendo essa técnica de autocuidado físico e espiritual também de origem indiana):

1. Cruzar e descruzar os braços do bebê sobre o tórax.




2. Cruzar o membro superior de um lado com o membro inferior contralateral, de modo que o pé do bebê toque o ombro contralateral (a mão pode tocar a nádega contralateral).

3. Padmasana, ou seja, cruzar as pernas sobre o abdome do bebê, o que,
segundo a técnica descrita, provoca a abertura e o relaxamento das articulações da pelve, particularmente de sua articulação com o sacro e a base da coluna vertebral.




Após a massagem, é recomendado um banho tranquilo, cujo objetivo, nessa técnica, é proporcionar bem-estar e uma completa liberação do bebê. Para isso, segure-o pelas axilas e deixe-o flutuar. Ele deve estar com a cabeça apoiada sobre o punho do cuidado.





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